Um papo de doido.
Eu e o Bruno estávamos no térreo esperando o elevador chegar, ele mordiscava um pãozinho, quando ouviu um grito e disse:
- Ai, que medo!
Logo o moço do grito apareceu e todos entramos no elevador. Ele perguntou para o Bruno:
- Tá com medo de quê?
Como o moço falou meio rápido, meio baixo, meio truncadinho, ele não entendeu:
- O quê?
- Tá com medo d'quê?
- Tô comendo pão.
- Mas por que você tá com medo?
- Porque eu tava com fome, ué.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Declaração mais gostosa...
Ontem à noite na hora de dormir, com muito carinho e ternura o Bruno me disse:
- Mamãe, eu gosto muito de você... você é a melhor mãe que eu já tive!
:-}
- Mamãe, eu gosto muito de você... você é a melhor mãe que eu já tive!
:-}
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Quantos dias?
Já faz algum tempo, estavamos às vesperas de um feriado prolongado, e o Bruno veio me perguntar se ele iria para a escola no dia seguinte.
- Não, filho. Você vai ficar quatro dias sem ir para a escola.
Ele ficou olhando com uma cara de pensativo. Achei que tentando decifrar quanto tempo eram quatro dias. Para ajudá-lo, levantei quatro dedos da minha mão e expliquei:
- Imagina que cada dedo é um dia.
E, apontando para o primeiro dedo, continuei:
- Vai passar este dia inteiro, vai chegar a noite, você vai dormir, vai acordar e então será este outro dia - e apontei para o segundo dedo. Vai passar o segundo dia inteiro...
Continuei a explicação, repetindo-a para cada um dos dias, apontando para cada um dos quatro dedos erguidos.

O Bruno então pensou mais um pouco, apontou para o meu dedo mindinho e perguntou:
- Mas pai, por que este dia vai ser menor do que os outros??
- Não, filho. Você vai ficar quatro dias sem ir para a escola.
Ele ficou olhando com uma cara de pensativo. Achei que tentando decifrar quanto tempo eram quatro dias. Para ajudá-lo, levantei quatro dedos da minha mão e expliquei:
- Imagina que cada dedo é um dia.
E, apontando para o primeiro dedo, continuei:
- Vai passar este dia inteiro, vai chegar a noite, você vai dormir, vai acordar e então será este outro dia - e apontei para o segundo dedo. Vai passar o segundo dia inteiro...
Continuei a explicação, repetindo-a para cada um dos dias, apontando para cada um dos quatro dedos erguidos.

O Bruno então pensou mais um pouco, apontou para o meu dedo mindinho e perguntou:
- Mas pai, por que este dia vai ser menor do que os outros??
domingo, 4 de janeiro de 2009
Feliz... ano novo?!
Era dia 31 e eu disse para o Bruno:
- Está chegando o ano novo!
Ele ficou desesperado:
- E o que isso significa? Que vão acabar as minhas férias?????
Eu disse que não, que nós iríamos festejar o ano velho que vai embora e o ano novo que vem chegando, só isso.
Ele virou o olhinho de lado... pensativo... e perguntou em seguida:
- Mãe... e qual é a graça do ano novo?
- Está chegando o ano novo!
Ele ficou desesperado:
- E o que isso significa? Que vão acabar as minhas férias?????
Eu disse que não, que nós iríamos festejar o ano velho que vai embora e o ano novo que vem chegando, só isso.
Ele virou o olhinho de lado... pensativo... e perguntou em seguida:
- Mãe... e qual é a graça do ano novo?
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Ai... dormir é tão chato...
Olha só a prova de que, no fundo, no fundo, as crianças apreciam os limites que os pais lhes impõem:
Estava terminando de colocar pijama no Bruno e ele começou a resmungar melodramático:
- Mas... por que, por que eu sinto isso??? É que... é que eu não quero dormir, dormir é chato.
- Pois olha Bruno, você sente isso porque você saiu de mim, eu também sou igualzinha. Eu queria que o dia fosse mais comprido pra eu poder fazer mais coisas.
Ele virou de costas e caminhou dizendo:
- Ah, mãe, seja uma adulta.
Estava terminando de colocar pijama no Bruno e ele começou a resmungar melodramático:
- Mas... por que, por que eu sinto isso??? É que... é que eu não quero dormir, dormir é chato.
- Pois olha Bruno, você sente isso porque você saiu de mim, eu também sou igualzinha. Eu queria que o dia fosse mais comprido pra eu poder fazer mais coisas.
Ele virou de costas e caminhou dizendo:
- Ah, mãe, seja uma adulta.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Noção da essência
Acabei de inventar uma historinha e contei para o Bruno na hora de dormir. Fui contando, contando, e ele lá, rolando de um lado para o outro tentando achar uma posição confortável para seu cérebro se acomodar. Até que ficou quietinho, quase dormindo, quando chegou a hora mais "tensa" do enredo. Ele levantou a cabeça e protestou que a história não podia ter partes tristes. E completou falando sobre a personagem:
- Ela está gastando tudo, ela não sabe que o que ela quer na verdade é ser igual quando ela era criança!
Pois é, ele adivinhou o final da história. E eu tive que crescer pra saber que o que eu sempre quis era ser como eu era quando era criança.
- Ela está gastando tudo, ela não sabe que o que ela quer na verdade é ser igual quando ela era criança!
Pois é, ele adivinhou o final da história. E eu tive que crescer pra saber que o que eu sempre quis era ser como eu era quando era criança.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Questões existenciais
O Bruno adora um software que se chama Mundo da Criança. Mas o software está com bug e então eu lhe disse que escrevi um e-mail pedindo para consertarem. Ele ficou me perguntando quando é que o moço iria vir em casa para consertar, apesar de eu lhe dizer que eles iriam consertar de lá do escritório deles.
E hoje foi um moço em casa para fazer um reparo no encanamento...
E hoje foi um moço em casa para fazer um reparo no encanamento...
Assinar:
Postagens (Atom)